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Ciclo Visões, Movimentos e Mudanças em Educação

  31 de janeiro a 2 de fevereiro de 2023.  O que há nas prateleiras de escolhas na Educação? O que foi guardado no baú de não-escolhas? Felizes em divulgar o Ciclo Visões, Movimentos e Mudanças em Educação, a acontecer no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo ao longo de três dias. Confirmadas as participações de José Pacheco, Tina Carvalho e Helena Singer , partilhando inquietações e experiências; e a realização do nosso Ateliê de Sensibilidade na produção de sentidos e percursos. Convite imperdível a educadores-aprendizes, sejam professores, familiares, estudantes, curiosos: oportunidade para ver, movimentar e mudar!  SAIBA MAIS Vamos? Vamos! Mauro & Valéria INSCRIÇÕES (clique aqui)

EM CONSTRUÇÃO

Estamos em construção. Neste espaço virtual, teremos as orientação, informações, e materiais por uma Nova Construção Social de Aprendizagem e Educação. Aguarde!

Cachoeiras, 28 de dezembro de 2042

  Permiti, queridos netos, que vos volte a falar do... tempo. A insistência da instituição escolar em negar as diferentes relações que os alunos estabeleciam com o tempo contribuía para que fosse instituída nas escolas uma rotina que tudo abarcava. Por exemplo: a abstração “turma” deveria aprender, até ao final de um semestre, um determinado conjunto de conteúdos. Insistia-se em tratar o tempo de forma homogénea. Todos os alunos eram submetidos às mesmas tarefas, cumpridas num mesmo tempo. Essa prática era justificada com o argumento de que seria democrática, uma vez que, supostamente, todos tinham as mesmas oportunidades e a todos era exigido o mesmo exercício. Urgia identificar práticas de gestão do tempo e analisá-las criticamente, saber da repercussão nos resultados acadêmicos e outros efeitos. Saber por que se estabelecia a quantidade de horas de cada matéria, datas de (supostas) avaliações, períodos de férias e dias letivos, como se não existisse um currículo subjetivo, como ...