Há uns vinte anos, a humanidade começou a entender a dimensão de um ecocídio. Nevava no deserto, fazia calor na Sibéria. O fogo dizimava a floresta amazônica e a australiana. O velho modelo educacional seria causa primordial da previsível extinção da espécie? As tecnologias digitais de informação e comunicação constituíam-se em novas panaceias, que prolongavam a agonia de sucedâneos do modelo educacional lancasteriano, que Bolívar e Santander tinham introduzido na América Latina, há duzentos anos. Aulas híbridas ou invertidas, lousas digitais e power point disfarçavam o drama educacional. Foi por essa altura, que um estudo realizado numa universidade australiana concluiu que utilizar um auxílio visual igual ao que estava sendo falado, ao contrário do que se imaginava, não facilitava a compreensão. Outro estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Harvard, afirmava que não havia um propósito de existência do power point. Isso, porque eles descobriram que o grau de satisfação...